Carta de Crédito de R$ 300 Mil para Comprar seu Imóvel
Ideal para aquisição do primeiro imóvel, apartamentos compactos ou terrenos.
A carta de consórcio de R$ 300 mil é uma das opções mais procuradas para quem deseja sair do aluguel e conquistar o primeiro imóvel. Com esse valor, é possível adquirir apartamentos de 2 quartos em diversas regiões, casas em cidades da região metropolitana ou terrenos para construção futura.
Para quem é indicada
Exemplos de utilização
- Sair do aluguel com planejamento financeiro
- Adquirir imóvel para renda com locação
- Comprar terreno e construir posteriormente
Como funciona
Adesão
Você escolhe a carta e adere ao grupo. Não é obrigatório dar entrada.
Prazo
Prazos típicos de 120 a 240 meses para imóveis.
Taxa de administração
Geralmente 15% a 20% do valor do crédito (diluída nas parcelas), diluída nas parcelas.
Contemplação
Por sorteio mensal ou oferta de lance.
Segurança
Regulamentado pelo Banco Central do Brasil (Lei nº 11.795/2008).
FGTS
Pode ser utilizado para lance ou complemento em consórcio de imóvel residencial.
* Os valores e condições apresentados são estimativas educativas e podem variar conforme a administradora, o grupo e o momento da contratação. Para valores exatos e atualizados, solicite uma simulação personalizada.
Possibilidades de lance
Para antecipar a contemplação, você pode oferecer lance nas assembleias mensais. Existem diferentes modalidades:
Lance livre
Você define o valor do lance com recursos próprios. Quanto maior o lance, maior a chance de contemplação.
Lance embutido
Parte da própria carta é usada como lance. O valor da carta é reduzido proporcionalmente.
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Perguntas Frequentes
A carta de crédito é o documento que comprova o direito do consorciado contemplado a utilizar o valor do crédito para adquirir o bem. Ela tem poder de compra à vista perante o vendedor.
Não. A carta de crédito não é entregue em dinheiro ao consorciado. O valor é pago diretamente ao vendedor do bem pela administradora, após aprovação da documentação.
A carta pode ser usada para imóveis que atendam aos critérios da administradora (regularização, avaliação de valor, etc.). Imóveis novos, usados, residenciais e comerciais geralmente são aceitos.
Se o bem custar menos que o valor da carta, dependendo das regras do grupo, a diferença pode ser usada para cobrir despesas como ITBI, escritura e registro, ou ser devolvida ao final do grupo.